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Piracicaba confirma quarta morte por gripe H1N1 em 2018; vítima é homem

Com o caso, região de Piracicaba passa a ter 12 óbitos pela doença em cinco cidades.


14/09/2018
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Por G1 Piracicaba e Região –  

A Secretaria de Saúde confirmou nesta terça-feira (11) mais uma morte por gripe H1N1 em Piracicaba (SP). Segundo a pasta, a vítima é um homem na faixa etária entre 50 e 59 anos que apresentou os sintomas em junho. Não foram passadas mais informações sobre a vítima.

Com o caso, a cidade soma quatro mortes pela doença este ano. Os outros três casos que evoluíram para óbito foram de duas mulheres e de outro homem na faixa entre 30 e 59 anos.

Campanha da gripe H1N1 foi prorrogada, mas Piracicaba não atingiu meta de vacinação — Foto: Reprodução/EPTVCampanha da gripe H1N1 foi prorrogada, mas Piracicaba não atingiu meta de vacinação — Foto: Reprodução/EPTV

Campanha da gripe H1N1 foi prorrogada, mas Piracicaba não atingiu meta de vacinação — Foto: Reprodução/EPTV

Outras cidades

Com a última confirmação, a região de Piracicaba já registrou 12 mortes por gripe H1N1 em 2018. Além das quatro em Piracicaba, Limeira (SP) confirmou cinco casos de H1N1 que evoluíram para óbito. Os últimos dois casos confirmados são de uma idosa de 71 anos e um menino de 1 ano, que estava internado com uma doença grave. É a cidade que tem mais casos de morte pela doença.

Os outros óbitos foram registrados em Nova Odessa (SP), em que um idoso de 74 anos não resistiu à doença, Capivari (SP), com a morte de uma mulher de 65 anos que morava em Mombuca (SP), e Saltinho (SP), em que não foram passadas informações sobre a vítima.

Campanha não atingiu meta

Apesar das confirmações da doença, Piracicaba não conseguiu atingir a meta de vacinação contra a gripe estabelecida pelo Ministério da Saúde – que é de 90%. A campanha chegou a ser prorrogada, mas o balanço da Saúde municipal aponta que foram imunizados 75,23% dos grupos prioritários.

A maior cobertura foi no grupo de idosos. O menos atingido foi o grupo das crianças entre seis meses e quatro anos, que atingiu 50% da meta (50,79%), seguido do grupo de gestantes (57,06%).

Com o balanço, a Saúde manteve a vacinação contra a gripe nas unidades de saúde da cidade até que se esgotassem o número de doses da vacina. Somente os grupos prioritários podem ser vacinados na rede pública de saúde, que incluem crianças de seis meses a menores de cinco anos; gestantes; trabalhadores de saúde; pessoas com 60 anos ou mais de idade; pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis, entre outros.

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